Publicado 15/10/2025 03:44

O suposto líder do Trem de Aragua no Chile morre durante uma operação policial na Colômbia.

Archivo - Arquivo - Um policial colombiano aparece diante da mídia em Bogotá.
CHEPA BELTRAN / VWPICS / ZUMA PRESS / CONTACTOPHOT

MADRID 15 out. (EUROPA PRESS) -

O suposto líder no Chile do grupo criminoso Tren de Aragua, Ender Alexis Rojas, morreu após cair de um sexto andar enquanto tentava fugir de agentes durante uma operação das forças de segurança colombianas na cidade de Sabaneta (centro), de acordo com a polícia colombiana, que anunciou que três suspeitos foram presos na operação.

O diretor do Grupo Anti-sequestro da Polícia Colombiana (Gaula Policía), Edgar Andrés Correa, especificou que a operação foi "um duro golpe" para o Trem de Aragua e disse que o suspeito tinha um alerta vermelho da Interpol por sequestro, destacando a cooperação do Chile, Peru, Equador, os países que compõem a Ameripol e a Administração de Combate às Drogas dos Estados Unidos (DEA).

"A operação foi realizada através de uma busca e invasão na área exclusiva de Sabaneta, onde o líder da quadrilha se jogou de um sexto andar quando percebeu a presença da polícia, perdendo a vida no local", ressaltou Correa, acrescentando que os agentes também apreenderam uma granada, cartuchos e drogas avaliadas em cerca de 50 milhões de pesos (cerca de 10.965 euros).

Ele também disse que um dos detidos, identificado como 'El Gordo', buscava "consolidar o controle de aluguéis ilícitos e a distribuição de drogas sintéticas no vale de Aburrá", antes de ressaltar que todos eles haviam chegado à Colômbia em 2024 para "continuar com a expansão" das operações do trem de Aragua.

Correa também elogiou "a eficácia do trabalho conjunto entre a Colômbia, o Chile, o Peru, o Equador e a DEA, sob a liderança da Ameripol, para combater as estruturas criminosas transnacionais", e ressaltou que a operação "reafirma a liderança da Polícia Nacional na luta contra o crime organizado e seu compromisso com a segurança, a cooperação internacional e a estabilidade regional".

De acordo com informações coletadas pelo jornal colombiano 'El Colombiano', Rojas foi identificado como o líder do grupo no Chile, onde supostamente chefiava facções da quadrilha dedicadas à extorsão, sequestro e tráfico de drogas sintéticas no país e no Peru. Tanto ele quanto os outros três detidos são cidadãos venezuelanos.

El Tren de Aragua é atualmente considerada a quadrilha criminosa mais poderosa da Venezuela, com ramificações em outras partes da América Latina e ecos até mesmo nos Estados Unidos, cujo governo, liderado por Donald Trump, declarou-a uma organização terrorista e até mesmo realizou bombardeios contra supostos barcos de tráfico de drogas usados pelo grupo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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