Europa Press/Contacto/Marcin Nowak
MADRID 28 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades colombianas informaram neste sábado que o cidadão britânico Foster Martinson, de 36 anos, foi preso no aeroporto de Quito (Equador) após uma semana de buscas. Martinson é acusado de assassinar a colombiana Natalia Villalba, cujo corpo foi encontrado há menos de uma semana dentro de uma mala em um apartamento em Bogotá.
A prisão do suposto assassino, também conhecido pelas autoridades colombianas como Matthew Ashley Foster-Smith, ocorreu após um mandado de prisão internacional emitido pela Interpol.
“Um grupo de trabalho formado pela Procuradoria-Geral da Nação e pela CTI da Seção de Bogotá, pela Migração da Colômbia – Região Andina, pela Secretaria Distrital de Segurança, Convivência e Justiça (SDSCJ), pela Secretaria Geral de Segurança Cidadã e Gestão de Riscos de Quito, a Interpol da Polícia do Equador e a Polícia de Dorset conseguiu, nesta semana, localizar Matthew Ashley Foster-Smith, que seria o responsável pelo assassinato de Natalia Villalba no último dia 18 de junho”, afirmou Carlos Fernando Galán, prefeito de Bogotá, em uma publicação em suas redes sociais.
O crime contra Natalia Villalba, modelo e designer gráfica colombiana, ocorreu no último dia 18 de junho em um apartamento localizado no bairro de El Chicó, ao norte de Bogotá.
O suspeito tem antecedentes no Reino Unido por uma condenação de dois anos por assédio em 2023, o que o mantinha sob vigilância. No entanto, ele conseguiu sair do país e viajar para Bogotá.
As câmeras de segurança do prédio teriam registrado seus movimentos no local onde a modelo colombiana estava hospedada temporariamente. Assim, o homem teria entrado na quarta-feira, 17 de junho, e teria saído no dia seguinte, após ter levado vários lençóis para a lavanderia.
Alguns dias depois, uma funcionária da limpeza encontrou o corpo da vítima no banheiro, escondido dentro de uma mala cinza. O Ministério Público, que investiga o caso como feminicídio, estima que o crime tenha ocorrido na quinta-feira, 18 de junho. De acordo com a investigação, o agressor teria deixado a torneira do chuveiro aberta para retardar a decomposição do corpo e ganhar tempo para fugir do país, além de ter alterado a cena do crime ao levar o celular da vítima.
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