Publicado 07/08/2026 13:40

A Sumar solicita que a diretora do CNI preste contas sobre seu papel na crise de Ceuta perante a Comissão de Segredos do Congresso

Archivo - Arquivo - A diretora do CNI, Esperanza Casteleiro, participa do café da manhã informativo do Clube Diálogos para a Democracia, no Hotel Intercontinental, em 1º de julho de 2024, em Madri (Espanha). O café da manhã foi organizado pelo Clube Diálo
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

MADRID 7 ago. (EUROPA PRESS) -

O partido Sumar solicitou ao Congresso que a diretora do Centro Nacional de Inteligência (CNI), Esperança Casteleiro, compareça a portas fechadas no Congresso para prestar contas sobre o papel dos serviços de inteligência na crise migratória ocorrida em Ceuta na semana passada.

O pedido de comparecimento foi apresentado pelo deputado da IU Enrique Santiago, que é o representante do Sumar na Comissão de Despesas Reservadas do Congresso, responsável por fiscalizar as atividades do CNI.

“É necessário impedir que o Marrocos utilize refugiados e migrantes para realizar ataques híbridos”, escreveu Santiago em sua conta no ‘X’, em uma mensagem na qual anuncia o pedido de convocação da chamada Comissão de Segredos Oficiais, órgão presidido pela presidente do Congresso, Francina Armengol, e que, portanto, é responsável por convocá-la.

O VOX TAMBÉM SOLICITOU

O Vox também solicitou a comparecimento de Casteleiro para que ele esclareça se os serviços secretos informaram ou não sobre a possibilidade da entrada maciça de imigrantes registrada no último dia 30 de julho, após chegarem a nado às praias de Ceuta, contornando o quebra-mar de El Tarajal.

O governo afirma que os serviços de inteligência não informaram sobre um movimento migratório da magnitude registrada naquele dia, versão à qual o PP não dá qualquer credibilidade.

O ministro do Interior, Fernando Grande Marlaska, deu a entender nesta terça-feira que havia apenas uma previsão de um possível aumento nas chegadas a Ceuta, como já ocorreu em outros verões, e que, neste ano, isso poderia coincidir com a decisão do Supremo Tribunal que estabelece que as chamadas “devoluções imediatas” não podem ser aplicadas àqueles que chegam sem transpor uma barreira física, como acontecia com as pessoas que chegavam a nado à cidade autônoma, na qual agora já foi instalada uma barreira marítima.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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