Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
MADRID 11 maio (EUROPA PRESS) -
Sumar pediu ao Ministério do Interior, chefiado por Fernando Grande Marlaska, que retire as condecorações do comissário aposentado José Manuel Villarejo e de outros membros das Forças de Segurança ligados à chamada "polícia patriótica", bem como que reforme os regulamentos sobre distinções policiais para evitar que as pensões honorárias sejam mantidas em casos de conduta "desonrosa ou criminosa".
Isso foi feito por meio do líder do En Comú, Gerardo Pisarello, que considera necessário que o Executivo remova as distinções desses agentes que foram "condenados ou investigados por crimes graves relacionados a abuso de poder e corrupção".
Em uma iniciativa registrada no Congresso, à qual a Europa Press teve acesso, Pisarello lembra que Villarejo foi condenado a 19 anos de prisão e é acusado em vários casos. E também outros nomes, como o do ex-diretor adjunto de operações (DAO) da Polícia, punido com um ano de prisão por revelar segredos.
A lista também inclui o ex-chefe de Assuntos Internos Marcelino Martín Blas, que recebeu a Cruz Vermelha por mérito policial em 2013, "depois de participar de uma reunião polêmica com promotores para propor uma busca na sede da antiga Convergència Democrática de Cataluña (CDC); e Antonio Giménez Raso, colaborador de Villerajo, condenado a três anos de prisão por suborno passivo".
Pisarello também pede que o ex-chefe da Unidade de Crimes Econômicos e Financeiros (UDEF) da Polícia José Luis Olivera, acusado no "caso Kitchen", seja destituído dos reconhecimentos policiais que possui.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático