Marta Fernández - Europa Press - Arquivo
MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz adjunto do Sumar e deputado da Izquierda Unida, Enrique Santiago, garantiu nesta quarta-feira que vão pedir explicações ao governo sobre os motivos pelos quais o diretor adjunto operacional (DAO) da Polícia Nacional, José Ángel González Jiménez, ainda não renunciou ao cargo por uma agressão sexual supostamente cometida em 23 de abril de 2025.
“É surpreendente”, disse Santiago nos corredores da Câmara Baixa, onde também questionou o fato de não terem sido demitidos “imediatamente” todos os comissários gerais que encobriram esses fatos ou que coagiram a vítima. Dito isso, o porta-voz parlamentar da IU instou a uma reforma dos procedimentos internos da Polícia para que “essas coisas não aconteçam”. “Em outras administrações públicas isso não ocorre porque os funcionários têm capacidades sindicais reais de negociação coletiva e de estabelecer protocolos, e não se entende que na Polícia Nacional isso não exista”, indicou. MAS QUE TAMBÉM RENUNCIE O PREFEITO DE MÓSTOLES
Ele também atacou o PP, acusando-o de estar “exagerando”, quando é sabido que a cúpula do Ministério do Interior durante o último mandato do partido “se dedicou a cometer todo tipo de crimes contra os partidos políticos da oposição e contra a justiça”.
Neste ponto, Santiago concluiu pedindo que o prefeito de Móstoles, o popular Manuel Bautista, renuncie “imediatamente” após a denúncia contra ele por suposto assédio sexual, da mesma forma que já fez o DAO.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático