Alberto Ortega - Europa Press
MADRID, 23 abr. (EUROPA PRESS) -
Sumar exigiu que o Ministério do Interior cancele imediatamente o contrato para a compra de balas de Israel e exigiu a presença de seu chefe, Fernando Grande Marlaska, no Congresso para explicar tudo relacionado a essa licitação.
Ao mesmo tempo, ele enfatizou que o compromisso do governo com a situação sofrida pelo povo palestino "deve ser absoluto" e "não há espaço para nuances em meio a um massacre" como o que está ocorrendo em Gaza.
Tudo isso depois de saber que o chefe de assuntos econômicos da Guardia Civil licitou a compra de munição para uma empresa israelense, seis meses depois que o Ministério do Interior renunciou à compra devido à escalada da guerra em Gaza.
Essa seria a primeira vez que o movimento Sumar solicitaria que um membro da ala socialista da coalizão comparecesse à câmara, uma medida que também ocorre em meio a um conflito entre os parceiros sobre os gastos militares recém-aprovados.
O Sumar emitiu um comunicado denunciando essa compra de munição de Israel como uma "violação flagrante dos compromissos assumidos dentro do governo" e expressou publicamente, em 21 de outubro, que a compra de armas do país hebreu havia sido suspensa.
Dessa forma, argumenta que a suspensão do comércio de armas com Israel "não é apenas uma medida justa no contexto do genocídio" sofrido pelo povo palestino, mas também é consistente "com os tratados internacionais sobre comércio de armas".
"Por esse motivo, exigimos o cancelamento imediato do contrato e solicitamos o comparecimento do Ministro do Interior para esclarecer tudo o que aconteceu em relação a essa aquisição", exigiu Sumar.
Por fim, o parceiro minoritário da coalizão observou que o povo espanhol está do lado da Palestina, assim como Sumar e as organizações políticas que compõem a coalizão. "O governo espanhol também deveria estar", concluiu.
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