MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -
Os partidos da coalizão Sumar optaram pela prudência ao avaliar o indiciamento de Begoña Gómez, esposa do presidente do Governo Pedro Sánchez, por quatro supostos crimes, embora tenham destacado que a instrução do juiz Juan Carlos Peinado é “questionável”.
Foi o que explicaram depois que o juiz responsável pelo “caso Begoña Gómez” decidiu indiciar Begoña Gómez pelos supostos crimes de desvio de fundos, tráfico de influências, corrupção nos negócios e apropriação indevida, mas não por exercício ilegal da profissão.
O líder do Más Madrid, Eduardo Fernández Rubiño, em coletiva de imprensa conjunta nesta segunda-feira com a coordenadora do Sumar, Lara Hernández, em representação das formações do parceiro minoritário, assinalou que acabara de tomar conhecimento da decisão judicial que terão de analisar.
De qualquer forma, acrescentou que a trajetória de Peinado neste caso, que, em sua opinião, suscitou um “questionamento significativo” por parte do Poder Judiciário, levanta “todas as sombras de dúvida” que existem sobre o andamento desta instrução.
“Vocês concordarão conosco que ela tem sido, no mínimo, questionável em muitos de seus pontos; tenhamos a prudência suficiente para ler as letras miúdas e esperar para ver o que acontecerá nas próximas etapas”, acrescentou.
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