Europa Press/Contacto/Pavlo Palamarchuk
MADRID 8 out. (EUROPA PRESS) -
O governo suíço prorrogou até março de 2027 a concessão do status de proteção especial para os refugiados da Ucrânia, mas estabeleceu uma nova nuance que significará que, a partir de novembro, os cidadãos de sete regiões do oeste, as mais distantes da linha de frente, não terão automaticamente direito à recepção.
O Parlamento adotou uma reforma exigida por políticos de extrema-direita que implica assumir que um possível retorno às regiões de Volhynia, Rivne, Lviv, Ternopil, Transcarpathia, Ivano-Frankivsk e Chernovtsi é "razoável".
O governo suíço explicou em uma declaração que a medida não afeta aqueles que já receberam proteção no território suíço e está aberto a "ajustar" as categorizações territoriais de acordo com os desenvolvimentos de segurança no local.
Da mesma forma, a Secretaria de Estado para Migração continuará a examinar cada solicitação "caso a caso", de acordo com a nota do governo, que também lembrou que aqueles que não receberem o chamado 'status S' podem solicitar asilo pelos canais normais.
Por outro lado, a reforma reduz o tempo que uma pessoa reconhecida como refugiada na Suíça pode passar na Ucrânia, pois ela corre o risco de perder esse status se viajar para o território ucraniano por mais de 15 dias em um período de meio ano. Até agora, esse contador de 15 dias estava vinculado a um trimestre, na metade do tempo.
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