Publicado 05/01/2026 10:13

Suíça congela os bens de Maduro por quatro anos

Archivo - Arquivo - Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
PRESIDENCIA DE VENEZUELA - Arquivo

MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo suíço anunciou nesta segunda-feira que congelou os bens do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de outras pessoas ligadas a ele pelos próximos quatro anos, para evitar a transferência de "ativos adquiridos ilicitamente" para fora do país, além das sanções em vigor desde 2018.

O Conselho Federal informou que, caso seja comprovado que esses ativos foram adquiridos ilegalmente, eles serão usados em favor do povo venezuelano. Também esclareceu que a medida atual não afeta o restante dos membros que ainda compõem o governo venezuelano após a queda de Maduro.

As autoridades suíças explicaram que, dada a "situação volátil", em que "vários cenários são possíveis", optaram por essa medida de precaução para evitar que "ativos adquiridos ilicitamente sejam transferidos para fora da Suíça".

A Suíça argumentou que a medida não se baseia na derrubada de Maduro e se essa manobra ocorreu em violação do direito internacional. "O fator decisivo", argumenta, é que após sua queda, a Venezuela pode iniciar procedimentos legais no futuro "com relação a ativos adquiridos de forma ilícita".

"O congelamento de ativos serve para permitir qualquer processo futuro de assistência jurídica mútua. Se estes revelarem que os fundos foram adquiridos de forma ilícita, a Suíça se esforçará para usá-los em benefício do povo venezuelano", explicou o Conselho Federal Suíço.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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