Europa Press/Contacto/Rouzbeh Fouladi - Arquivo
MADRID 21 fev. (EUROPA PRESS) - Os governos da Suécia e da Sérvia exortaram neste sábado seus cidadãos a deixar o Irã devido à instabilidade e em meio a especulações de um iminente ataque militar dos Estados Unidos contra o país. “A situação no Irã e na região é muito incerta. Portanto, gostaria de destacar a importância da recomendação do Ministério das Relações Exteriores de não viajar para o Irã e o apelo enérgico aos cidadãos suecos que se encontram no país para que o abandonem”, afirmou a ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Stenergard, nas redes sociais.
Stenergard destaca que “ainda é possível sair do Irã por via aérea e através de postos fronteiriços”, pelo que insta os cidadãos suecos a “sair do Irã agora, enquanto existe a oportunidade, e não esperar”. Assim, ela adverte que aqueles que decidirem permanecer no país o farão sob sua “responsabilidade pessoal” e que o Ministério das Relações Exteriores “não poderá ajudar na evacuação do Irã”.
Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores da Sérvia pediu a “todos” os cidadãos sérvios que “saíam do país o mais rápido possível” devido à “crescente tensão e ao risco de que a situação piore”. Na última quinta-feira, foi o governo polonês que recomendou a saída imediata do Irã. “Não quero alarmar ninguém, mas todos sabemos a que me refiro. A possibilidade de conflito é muito real”, afirmou o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk. Na sexta-feira, foi a Embaixada alemã em Teerã que pediu aos seus cidadãos que deixassem o país devido à “situação extremamente volátil e muito tensa” na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está “considerando” um ataque militar contra o Irã para forçar um acordo sobre seu programa nuclear.
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