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MADRID 16 set. (EUROPA PRESS) -
O governo da Suécia anunciou nesta quarta-feira a expulsão de um diplomata da Embaixada do Irã na capital, Estocolmo, por supostas “atividades incompatíveis” com as Convenções de Viena, que as autoridades associam a “ameaças à segurança” contra interesses judaicos e israelenses no país europeu.
O Ministério das Relações Exteriores sueco informou, em um breve comunicado, que convocou hoje o embaixador iraniano no país, Hoyatolá Faqani, para informá-lo de que “um funcionário da Embaixada do Irã na Suécia deve deixar o país por ter participado de atividades incompatíveis com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”.
Em seguida, o ministro da Justiça sueco, Gunnar Strommer, destacou que o Irã realizou “atividades que ameaçam a segurança” no país, especificamente contra interesses judeus e israelenses, segundo o jornal sueco ‘Aftonbladet’. “Isso foi feito, entre outras coisas, por meio do uso de gangues criminosas”, especificou ele, sem que Teerã tenha respondido às acusações.
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