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MADRID 2 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades suecas garantiram na quinta-feira que estão em contato direto com o governo israelense depois que os barcos da Flotilha Global Sumud, um dos quais levava a ativista Greta Thunberg, foram interceptados pelo exército israelense a caminho da Faixa de Gaza para contornar o bloqueio e entregar ajuda humanitária.
A ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, disse em um comunicado que Estocolmo "está acompanhando a situação de perto", especialmente com relação aos ativistas suecos a bordo dos barcos.
A embaixada sueca está cuidando dessas comunicações, assim como "outros países cujos cidadãos também estavam a bordo da flotilha", disse. "Se eles precisarem de assistência consular, estamos prontos para fornecê-la", disse ele.
"O Ministério das Relações Exteriores da Suécia está analisando a situação para ver a melhor forma de ajudar os cidadãos suecos a resolver a situação em que se encontram", disse ele.
A ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza deixou, até o momento, mais de 66.200 palestinos mortos - entre eles 455, incluindo 151 crianças, de fome e desnutrição - de acordo com as autoridades de Gaza controladas pelo Hamas, em meio a críticas internacionais às ações do exército israelense, especialmente sobre o bloqueio às entregas de ajuda, o que levou o norte de Gaza a ser declarado uma zona de fome.
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