Publicado 16/04/2026 09:31

Starmer pede que os responsáveis pelas redes sociais assumam a responsabilidade pela segurança dos menores na Internet

Archivo - Arquivo - 13 de agosto de 2025, Reino Unido, Londres: O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, copreside uma reunião virtual com aliados pró-Ucrânia a partir de Downing Street. A reunião ocorre após uma conversa por telefone com o presi
Jack Taylor/PA Wire/dpa - Arquivo

MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, pediu nesta quinta-feira aos altos executivos das grandes plataformas digitais que assumam suas responsabilidades, pois “é hora de agir”, após alertar que priorizará a segurança dos menores na internet.

Segundo informou Downing Street, Starmer se reuniu com altos executivos da X, Meta, Snap, YouTube e TikTok, aos quais exigiu que tomem medidas. “Não há exceções. A segurança das crianças é nossa prioridade”, afirmou.

“Sei que os pais estão preocupados com as redes sociais e seu impacto na segurança de seus filhos. E, com razão, esperam que medidas sejam tomadas imediatamente”, enfatizou, para insistir que os responsáveis devem se comprometer com iniciativas para aumentar a segurança dos usuários menores de idade.

“Faço um apelo aos principais responsáveis da X, Meta, Snap, YouTube e TikTok para que deem um passo à frente. Farei tudo o que for necessário para garantir a segurança das crianças na Internet”, declarou o primeiro-ministro britânico.

Esta mensagem surge no momento em que o presidente francês, Emmanuel Macron, convocou uma cúpula de líderes por videoconferência com vistas a uma maior coordenação entre os países europeus que trabalham na proibição das redes sociais para menores.

Entre os participantes está o presidente do Governo, Pedro Sánchez, e a Comissão Europeia confirmou que a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, participará do encontro. Ela apresentou nesta quarta-feira uma nova aplicação europeia para verificar a idade dos usuários que acessam as redes sociais e, assim, garantir que as plataformas respeitem os limites de acesso de menores de idade.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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