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Starmer considera “evidente” que a Rússia “inventou alegações” para justificar o ataque desta noite MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, condenaram em uníssono nesta sexta-feira o ataque lançado ontem à noite pela Rússia com um míssil balístico hipersônico “Oreshnik” de médio alcance, no que descreveram como uma “escalada” provocada por Moscou e sem, segundo Starmer especificamente, justificativa possível.
Em uma conversa telefônica após a cúpula de chefes de Estado e de governo da Coalizão de Voluntários em Paris, os três líderes aproveitaram para celebrar a “unidade” exibida em um encontro que terminou com a declaração de garantias de segurança vinculativas para a Ucrânia, com o apoio previsto dos EUA, quando começar um ansiado período de pós-guerra.
“Os líderes concordaram que os contínuos ataques russos na Ucrânia, incluindo o uso de um míssil balístico de médio alcance 'Oreshnik' no oeste da Ucrânia esta manhã, representaram uma escalada e são inaceitáveis”, indicaram. Para Starmer, concretamente, “é evidente que a Rússia tem usado acusações falsas para justificar o ataque”. Os três líderes também comentaram a crise gerada pelos protestos e distúrbios que já deixaram quase 40 mortos no Irã, e concordaram “na necessidade de uma estreita coordenação à medida que os acontecimentos evoluíam”.
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