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MADRID 3 jan. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, assegurou no sábado que "não está chorando" pela captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação militar dos Estados Unidos, e deu como certo que isso significará o fim de seu "regime".
"O Reino Unido há muito tempo apoia uma transição na Venezuela. Consideramos Maduro um presidente ilegítimo e não lamentamos o fim de seu regime", disse Starmer em um comunicado oficial.
Ele também "reiterou" seu apoio ao direito internacional. "O governo do Reino Unido discutirá a evolução da situação com os Estados Unidos nos próximos dias, enquanto buscamos uma transição segura e pacífica para um governo legítimo que reflita a vontade do povo venezuelano", argumentou.
O próprio Starmer já declarou anteriormente que "vai querer conversar" com o presidente dos EUA, Donald Trump, para "obter os fatos" sobre o ataque militar e enfatizou que o Reino Unido não teve nenhum envolvimento na operação.
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