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MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) - O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, defendeu nesta terça-feira sua posição em relação ao ataque ao Irã, insistindo que “não estava disposto” a se juntar a uma guerra sem base legal, em resposta às críticas feitas na segunda-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou sentir-se “decepcionado” com o bloqueio inicial de Londres ao uso da base aérea que ambos administram no arquipélago de Chagos para atacar o Irã.
“O que eu não estava disposto a fazer no sábado era que o Reino Unido se juntasse a uma guerra, a menos que estivesse convencido de que havia uma base legal e um plano viável e bem pensado”, respondeu Starmer no parlamento às perguntas da oposição, que criticou sua suposta inação.
Starmer defendeu que as forças britânicas estão mobilizadas há várias semanas, em contacto com os Estados Unidos, o que tem permitido ao Reino Unido proteger a vida de cidadãos americanos no Médio Oriente, segundo o jornal The Guardian.
“Essa é a ‘relação especial’ em ação”, disse Starmer, parafraseando o termo popularizado por Winston Churchill em 1946 para definir a aliança entre Washington e Londres, um dia depois de Donald Trump lamentar, no Salão Oval, que já não vivemos na “era de Churchill”. “Compartilhar informações diariamente para manter nosso povo seguro. Essa é a 'relação especial' em ação", enfatizou Starmer. "Agarrar-se às últimas palavras do presidente Trump não é a 'relação especial'", concluiu, em resposta à oposição no Parlamento britânico.
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