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MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, advertiu que seria "um grande erro" presumir que a Ucrânia não precisa mais de ajuda militar porque tudo parece estar caminhando para algum tipo de negociação de paz, e prometeu continuar trabalhando para construir alianças nesse novo cenário.
Starmer espera uma "paz duradoura" na qual as autoridades ucranianas tenham voz. Em declarações à mídia, ele enfatizou a necessidade de Kiev chegar ao possível diálogo na melhor posição possível e lembrou que os combates continuam no local.
O primeiro-ministro britânico abriu a porta para continuar a armar as forças armadas ucranianas, no mesmo dia em que o Ministério da Defesa anunciou um acordo de 30 milhões de libras (cerca de 35,7 milhões de libras) para comprar drones de ataque com o objetivo de enviá-los à Ucrânia "nos próximos meses".
Starmer, que defendeu o trabalho "em conjunto" com os Estados Unidos, assumiu um papel de liderança na Europa ao lado do presidente francês Emmanuel Macron, a fim de estabelecer uma posição comum diante das últimas reviravoltas do governo de Donald Trump, considerando até mesmo o envio de forças de paz.
No domingo, depois de se reunir com outros líderes europeus em Londres, o chefe do governo britânico anunciou o lançamento de uma coalizão de países "prontos" para defender e implementar um possível acordo de paz. De acordo com fontes de Downing Street citadas pela BBC, cerca de 20 países manifestaram interesse em contribuir para esses esforços.
"Estamos em um estágio muito inicial", disseram as fontes, sem revelar a lista de países, mas afirmando que há um interesse comum em participar.
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