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MADRID, 26 mar. (EUROPA PRESS) -
Um soldado israelense morreu em combates com o partido-milícia xiita Hezbollah no sul do Líbano, conforme confirmado nesta quinta-feira pelo Exército israelense, elevando para três o número de militares mortos no âmbito da nova ofensiva contra o país vizinho, que inclui uma invasão de zonas ao sul do rio Litani.
O Exército israelense identificou o soldado morto como Ori Greenberg, de 21 anos e membro da Unidade de Reconhecimento da Brigada Golani, depois que o Hezbollah reivindicou uma emboscada contra um grupo de militares e carros de combate na zona entre Taibé e Qantara.
O grupo libanês afirmou que seus milicianos destruíram dez tanques de guerra e duas escavadeiras blindadas em seu ataque contra as forças de Israel, segundo informou a emissora de televisão Al Manar, ligada ao Hezbollah, sem que Israel tenha fornecido detalhes ou confirmado que se trata do mesmo incidente.
Por outro lado, o Hezbollah reivindicou um ataque com projéteis contra a sede do Ministério da Defesa israelense em Tel Aviv, no que descreve como “uma resposta aos contínuos ataques do inimigo contra civis, ao deslocamento forçado e à destruição brutal de edifícios, complexos residenciais e infraestrutura civil” no Líbano.
As autoridades libanesas elevaram para cerca de 1.100 o número de mortos devido à onda de bombardeios e operações terrestres lançadas por Israel em resposta ao lançamento de projéteis pelo Hezbollah, em vingança pelo assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro, em conjunto com os Estados Unidos, contra o país asiático.
Israel já havia lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024, argumentando que age contra as atividades do Hezbollah e garantindo que, por isso, não viola o acordo, embora tanto as autoridades libanesas quanto o grupo tenham se mostrado críticos em relação a essas ações, igualmente condenadas pelas Nações Unidas.
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