Publicado 29/04/2026 07:51

O soldado que apostou na captura de Maduro com informações confidenciais se declara inocente

Archivo - Arquivo - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (arquivo)
PRESIDENCIA DE VENEZUELA - Arquivo

MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -

O soldado norte-americano Gannon Ken Van Dyke, que participou da operação das forças norte-americanas em janeiro passado para capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente das acusações que lhe são imputadas por ter feito apostas na Polymarket graças às informações confidenciais de que dispunha.

Van Dyke, de 38 anos, compareceu nesta quarta-feira a um tribunal federal de Manhattan, na cidade de Nova York, para depor perante os juízes, onde negou ter supostamente utilizado essas informações para suas apostas, segundo informações do jornal 'Politico'. Contra ele pesam acusações de “roubo de informações governamentais” e “fraude”, entre outras.

A Promotoria indicou que ele teria feito apostas no valor de cerca de 33.000 dólares (28.200 euros), o que lhe rendeu um lucro de cerca de 400.000 dólares (341.000 euros) no total. Após se declarar inocente, ele foi libertado sob fiança de cerca de 250.000 dólares (213.000 euros).

Por sua vez, seus advogados assinalaram que sua situação legal continua indefinida, pelo menos por enquanto, embora sua próxima audiência judicial esteja marcada para 8 de junho.

Maduro foi capturado junto com Cilia Flores no último dia 3 de janeiro, durante uma incursão militar dos Estados Unidos que deixou mais de uma centena de mortos e após a qual o presidente e a primeira-dama foram transferidos e encarcerados em Nova York. Ambos se declararam inocentes das acusações que lhes foram imputadas no processo, relacionadas a supostas atividades de tráfico de drogas e conspiração para introduzir cocaína no país.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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