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MADRID 5 abr. (EUROPA PRESS) -
A Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS) denunciou nesta sexta-feira que um de seus paramédicos na Faixa de Gaza está desaparecido desde 23 de maro, quando as foras israelenses mataram outros 15 trabalhadores humanitários, e exigiu informaes sobre o funcionário desaparecido, bem como "uma investigao independente completa" sobre as outras mortes.
"Eles eram humanitários. Eles estavam usando emblemas. Deveriam ter sido protegidos", lamentou o observador permanente da Federao Internacional da Cruz Vermelha (IFRC), Dylan Winder, referindo-se aos mortos, identificados como oito paramédicos da PRCS, seis trabalhadores da defesa civil e um membro da equipe da ONU.
A equipe do Crescente Vermelho Palestino expressou dúvidas quanto ao destino de seu colega, identificado como Assad al Nasasra, que pode ter sido "morto ou colocado em deteno" e reiterou seu pedido de "uma investigao internacional e independente" para desafiar a "narrativa" do governo israelense e trazer "justia para as vítimas e suas famílias".
Essa nova exigncia foi feita depois que os trabalhadores humanitários e parceiros da ONU expressaram, na tera-feira, seu "profundo choque" com o "assassinato pelas foras israelenses" de 15 colegas que trabalhavam no sul da Faixa de Gaza, onde apenas dois dias antes seus corpos foram encontrados "em uma cova rasa" após uma operao de resgate que durou uma semana.
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