POLICÍA NACIONAL DE ECUADOR - Arquivo
MADRID 21 out. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público do Equador informou que um dos sobreviventes do ataque realizado na semana passada pelo exército dos EUA a um suposto narcossubmarino no Mar do Caribe foi libertado depois que as autoridades norte-americanas o deportaram.
Os promotores, que confirmaram sua libertação, esclareceram que não há provas de que ele tenha cometido crimes em território equatoriano, portanto não havia provas suficientes para mantê-lo sob custódia, de acordo com informações do jornal 'El Comercio'. Além disso, ele não tinha nenhum caso pendente ou aberto contra ele.
No fim de semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que entregaria ao Equador e à Colômbia os dois sobreviventes do ataque à embarcação na quinta-feira passada, que, segundo ele, transportava grandes quantidades de narcóticos.
Ele disse que foi uma "grande honra" destruir um submarino com "quatro conhecidos narcoterroristas a bordo", dois dos quais foram mortos. "Pelo menos 25.000 americanos teriam morrido se eu tivesse permitido que esse submarino chegasse à costa", disse ele. Os dois terroristas sobreviventes estão sendo devolvidos aos seus países de origem, Equador e Colômbia, para serem presos e julgados", disse ele.
As forças dos EUA destruíram várias embarcações que supostamente transportavam drogas pelo Mar do Caribe em águas internacionais desde setembro, mas nenhum sobrevivente havia sido relatado até o ataque de quinta-feira.
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