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MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, ordenou o cancelamento das isenções que permitem aos bancos israelenses trabalhar com os que operam nos territórios palestinos, horas depois que os governos do Reino Unido, Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Noruega anunciaram na terça-feira a imposição de sanções e restrições de viagem contra ele e o ministro da Segurança, Itamar Ben Gvir.
"O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, instruiu o contador geral, Yahli Rotenberg, a cancelar a compensação fornecida aos bancos correspondentes contra os bancos nos territórios da Autoridade Palestina", disse ele em sua conta no Telegram, em uma mensagem na qual justificou essa decisão em resposta à "campanha de deslegitimação que está sendo realizada pela Autoridade Palestina contra o Estado de Israel em todo o mundo".
Além disso, o ultranacionalista prometeu, logo após saber das sanções contra ele, novos assentamentos nos Territórios Palestinos Ocupados, observando que "não há melhor momento" para isso.
Por outro lado, Smotrich também divulgou outra mensagem nas últimas horas mostrando sua gratidão ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que na terça-feira condenou as sanções anunciadas pelos cinco países e pediu sua "revogação", considerando que elas "não avançam os esforços liderados pelos EUA para alcançar um cessar-fogo, o retorno de todos os reféns e o fim da guerra" e deixando escapar a ideia de que refletem uma suposta "equivalência" entre o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e o governo de Benjamin Netanyahu.
"Obrigado, secretário Rubio. Obrigado por ser uma voz clara e inabalável em favor da justiça, da moralidade e da capacidade de distinguir entre o certo e o errado, a verdade e a falsidade", disse Smotrich, ao criticar a "política mesquinha e movida por interesses e a confusão moral".
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