Publicado 01/06/2026 16:09

Smotrich defende que "se deve acabar com a ideia de um Estado palestino" porque "é eles ou nós"

Archivo - Arquivo - 3 de junho de 2024, Jerusalém Ocidental, Israel: O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotric, dirige-se aos familiares dos israelenses mantidos como reféns durante o comício. Familiares e amigos dos israelenses mantidos como ref
Europa Press/Contacto/Saeed Qaq - Arquivo

MADRID 1 jun. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Finanças de Israel e líder do partido de extrema direita Partido Sionista Religioso, Bezalel Smotrich, defendeu nesta segunda-feira a necessidade de “acabar com a ideia de um Estado palestino”, pois, para ele, “é ou eles ou nós”.

“É ou eles ou nós. Não há meio-termo”, afirmou Smotrich durante uma entrevista ao meio de comunicação israelense JDN. “Estamos acabando com a ideia de um Estado palestino”, acrescentou.

Para Smotrich, “é preciso desmantelar a Autoridade Palestina”. “É preciso apagar as linhas das Zonas A, B e C”, afirmou ele, referindo-se às diferentes zonas de competência da Autoridade Palestina e de Israel na Cisjordânia, estabelecidas nos Acordos de Oslo.

“É preciso apagar o terrível desastre dos Acordos de Oslo. Temos que assumir o controle de todo o território”, reforçou.

A Cisjordânia — incluindo Jerusalém Oriental — e a Faixa de Gaza foram ocupadas militarmente por Israel na guerra de 1967, juntamente com as Colinas do Golã sírias.

No total, vivem na Cisjordânia cerca de 700 mil colonos judeus, parte em colônias consideradas legais por Israel e parte em assentamentos considerados ilegais até mesmo pelo próprio governo israelense. O Direito Internacional considera a colonização de territórios ocupados militarmente um crime de guerra.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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