Publicado 08/07/2026 07:19

A Síria confirma um morto e mais de 35 feridos devido às explosões em Damasco durante a visita de Macron

DAMASCO, 7 de julho de 2026  -- O presidente sírio Ahmad al-Sharaa (à esquerda) caminha ao lado do presidente francês Emmanuel Macron antes de sua reunião no Palácio do Povo, em Damasco, na Síria, em 7 de julho de 2026.
Europa Press/Contacto/Ammar Safarjalani

MADRID 8 jul. (EUROPA PRESS) -

As autoridades da Síria confirmaram nesta quarta-feira um morto e mais de 35 feridos em decorrência das duas explosões registradas na terça-feira na capital, Damasco, mais precisamente nas proximidades do hotel onde o presidente da França, Emmanuel Macron, estava hospedado durante sua visita oficial ao país.

O Ministério da Saúde sírio destacou em seu balanço que, até o momento, foram confirmados um morto e 36 feridos, entre os quais 31 em estado leve que já receberam alta. Os outros cinco estão internados em estado estável, conforme informou a agência estatal de notícias síria, SANA.

Anteriormente, o Ministério do Interior sírio especificou que as explosões ocorreram perto do Ministério do Turismo, nas imediações do qual fica o hotel Four Seasons onde Macron estava hospedado. Assim, informou que um dos artefatos estava colocado dentro de um veículo estacionado na área, enquanto o outro estava dentro de uma lixeira; até o momento, não houve reivindicação de autoria desses ataques.

O ministério ressaltou que os locais onde as bombas explodiram estavam “fora do perímetro de segurança” estabelecido para a visita de Macron, que havia se deslocado anteriormente ao Palácio do Povo para se reunir com o presidente de transição sírio, Ahmed al Shara, sem que sua agenda sofresse alterações.

Macron tornou-se, assim, o primeiro chefe de Estado de um país membro da União Europeia (UE) a realizar uma visita a um país asiático desde a queda, em dezembro de 2024, do regime de Bashar al Assad, em consequência de uma ofensiva de jihadistas e rebeldes liderados pelo Hayat Tahrir al Sham (HTS), considerado na época como grupo terrorista e liderado pelo próprio Al Shara.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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