Publicado 09/07/2026 17:44

A Síria anuncia a prisão da “célula terrorista” responsável pelas explosões ocorridas esta semana em Damasco

DAMASCO, 7 de julho de 2026  -- Agentes de segurança isolam a área ao redor do local da explosão, próximo ao prédio do Ministério do Turismo, no centro de Damasco, na Síria, em 7 de julho de 2026. Duas explosões ocorridas na terça-feira no centro de Damas
Europa Press/Contacto/Ammar Safarjalani

MADRID 9 jul. (EUROPA PRESS) -

O Ministério do Interior da Síria informou nesta quinta-feira sobre a prisão de toda a “célula terrorista” responsável pelas duas explosões ocorridas na terça-feira em Damasco, que mataram uma pessoa e deixaram 35 feridos, bem perto do hotel onde se hospedava o presidente da França, Emmanuel Macron, em visita oficial.

As autoridades destacaram que as prisões fizeram parte de “uma operação complexa” na qual participaram as forças de segurança e o serviço de inteligência. “Desmantelaram com sucesso a célula terrorista responsável pelos recentes atentados em Damasco”, informou o ministério em suas redes sociais.

O Ministério do Interior explicou que as prisões, cujo número não foi especificado, foram realizadas graças a “uma série de batidas simultâneas” em Damasco e arredores, incluindo Qatifa, Sayyida Zeinab, Qudsaya e Ash al Warwar.

“Estão sendo conduzidas investigações com os detidos para esclarecer todos os detalhes da conspiração terrorista e as conexões da célula, com o objetivo de revelar suas identidades e funções ao público”, acrescentou o ministério.

O governo sírio confirmou nesta quarta-feira um morto e mais de 35 feridos em decorrência dessas duas explosões registradas na terça-feira em Damasco e nas proximidades do Ministério do Turismo, nas imediações do qual fica o hotel onde Macron se hospedou.

Um dos artefatos estava colocado dentro de um veículo estacionado na área, enquanto o outro estava dentro de uma lixeira. No entanto, os locais onde ocorreram as explosões estavam “fora do perímetro de segurança” estabelecido para a visita de Macron, que foi o primeiro chefe de Estado da UE a viajar para a Síria desde a queda de Bashar al Assad, em dezembro de 2024.

Antes do incidente, Macron se reuniu com o presidente de transição sírio, Ahmed al Shara, sem que sua agenda sofresse alterações.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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