MADRID 1 ago. (EUROPA PRESS) -
O governo sírio anunciou a formação de uma comissão de sete membros para investigar a violência sectária desencadeada nas últimas semanas na província de Sueida, no sudoeste do país, que deixou mais de 1.400 pessoas mortas em combates entre drusos e beduínos e bombardeios israelenses.
O grupo é composto por quatro juízes, dois advogados e um general de brigada e busca esclarecer "as circunstâncias que levaram aos eventos", investigar "os ataques e violações contra os cidadãos" e levar os autores das violações à justiça, de acordo com o decreto emitido na quinta-feira pelo Ministério da Justiça da Síria.
Para tanto, deverá apresentar relatórios regulares sobre a investigação, para os quais poderá recorrer a especialistas e autoridades competentes, embora se espere que compile suas conclusões em um documento final dentro de três meses.
Mais de 1.400 pessoas foram mortas durante as semanas de violência na região de Sueida, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, uma organização com sede em Londres e com informantes no país árabe, que informou que cerca de 200 das vítimas foram sumariamente executadas por "homens armados afiliados aos ministérios da defesa e do interior".
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