MINISTERIO DE JUVENTUD E INFANCIA
MADRID 13 set. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Juventude e da Infância, Sira Rego, disse neste sábado que "o sistema patriarcal educa as mulheres na submissão, no silêncio e na dívida afetiva". Por esse motivo, a ministra defendeu "transformar a pedagogia do consentimento no eixo da educação feminista".
Para Rego, que participou esta tarde do debate 'Por que temos que levar a violência sexual a sério', na ManiFiesta, em Ostend (Bruxelas), "um dos riscos mais presentes hoje nas instituições é reduzir a violência sexual a uma questão técnica ou jurídica". Nessa linha, ela pediu "uma leitura política radical que transforme as relações de poder e acabe com os pactos de silêncio que sustentam a impunidade".
De acordo com a diretora de Assuntos da Juventude e da Infância, a violência sexual "não é um desvio do sistema, mas um produto dele". Nesse sentido, ela enfatizou que "os homens que cometem agressão sexual não são monstros ou doentes, mas produtos do patriarcado". Para Rego, essa é "uma verdade incômoda, pois apresentar o agressor como uma exceção ou um erro do sistema é uma estratégia do próprio sistema para não assumir sua responsabilidade estrutural".
"No Ministério da Juventude e da Infância, não trabalhamos apenas para proteger os jovens, mas para garantir que eles possam construir suas relações com base na autonomia, na dignidade e no desejo compartilhado", disse ela.
Além disso, neste sábado, Rego se reuniu com a deputada e membro da Comissão da Criança no Parlamento de Bruxelas, María Soledad Revelo. Ele também se reuniu com a Secretária de Cooperação e Internacional da CCOO, Cristina Faciaben, a chefe de Assuntos Europeus da Secretária de Cooperação e Internacional da CCOO, Fátima Aguado, e o chefe de América Latina e Cooperação da Secretária de Cooperação e Internacional da CCOO, Félix Ovejero.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático