Publicado 18/02/2026 08:06

O Sindicato Médico estima que cerca de 70% dos médicos aderiram à greve desta quarta-feira na Cantábria.

Archivo - Arquivo - Centro de Saúde de Cudeyo
GOBIERNO DE CANTABRIA - Arquivo

SANTANDER 18 fev. (EUROPA PRESS) - O Sindicato Médico da Cantábria estima em cerca de 70% a adesão à greve desta quarta-feira na comunidade autônoma, já que, segundo indicou, aproximadamente sete em cada dez profissionais apoiam a paralisação e “apenas 30%” compareceram ao trabalho.

Por centros de saúde, o sindicato detalhou que, neste terceiro dia da greve semanal convocada em toda a Espanha contra o Estatuto-Quadro do Ministério da Saúde, no centro de La Barrera de Castro Urdiales, de um total de 16 médicos, há “um trabalhando”, enquanto em Cotolino, no mesmo município, quatro dos 14 estão atendendo.

Em Bajo Asón, em Ampuero, também apenas um dos seis médicos deste centro foi trabalhar; em Bezana, três de 15; no centro Puerto, na rua Castilla de Santander, cinco de 12; em Gama, três de sete; em Meruelo, um dos oito; em Santoña, dois dos dez; em Nansa, nenhum dos três; em San Vicente de la Barquera, quatro dos oito; em Camargo Costa, seis dos 13; em Colindres, três dos dez e em Altamira, seis dos 12, de acordo com dados fornecidos pelo Sindicato Médico à Europa Press.

Quanto aos hospitais, a formação garantiu que nas salas de cirurgia de Valdecilla e Sierrallana há “zero” profissionais prestando serviço, exceto para emergências e algumas intervenções oncológicas (pacientes com câncer) “indispensáveis”.

O sindicato explicou que seus números diferem dos fornecidos pelo governo regional — que os divulga no final de cada dia — porque a Secretaria de Saúde inclui os profissionais de saúde que estão “de licença e em número mínimo” entre aqueles que não apoiam a greve.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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