Publicado 06/01/2026 13:59

Sheinbaum rejeita a "intervenção militar" dos EUA na Venezuela e enfatiza que se trata de uma questão de "soberania".

Archivo - Arquivo - A presidente do México, Claudia Sheinbaum.
Javier Rojas/PI via ZUMA Press W / DPA - Arquivo

MADRID 6 jan. (EUROPA PRESS) -

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rejeitou nesta terça-feira a "intervenção militar dos Estados Unidos" na Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante o ataque de sábado a Caracas, capital do país caribenho.

O presidente, que durante uma coletiva de imprensa indicou que o México "nunca pode concordar com a ideia de um país invadir outro", rejeitou essa ideia "mesmo que (Maduro) fosse culpado do que é acusado, o que ainda não se sabe".

Sheinbaum também destacou as palavras do Relator Especial da ONU sobre Direitos Humanos e Combate ao Terrorismo, Ben Saul, que descreveu as ações dos EUA como "ilegais" e pediu que o presidente dos EUA, Donald Trump, seja investigado pela morte de dezenas de pessoas durante a operação militar.

"É muito importante, mesmo para toda a propaganda que tem havido contra a Venezuela ou para aqueles que não concordam com o regime de Maduro ou o chavismo (...) Que um poder use a força para tirar um presidente, nunca podemos concordar", enfatizou.

Ele enfatizou que essa é uma questão de "soberania" para o povo da Venezuela, "como é para o México ou qualquer outro país do mundo". "Isso não pode ser aprovado", acrescentou, antes de enfatizar que essa política externa "está consagrada na Constituição mexicana desde a Doutrina Estrada".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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