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MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, minimizou as recentes acusações feitas pelo Departamento do Tesouro dos EUA contra três instituições financeiras do país por supostamente lavarem dinheiro de cartéis do tráfico de drogas. "Não há provas, é apenas conversa", disse ela.
"Não há provas de onde está o lavador de dinheiro", disse a prefeita na quinta-feira em sua habitual coletiva de imprensa matinal. Sheinbaum insistiu que essas acusações devem ser comprovadas e, depois disso, reiterou, as autoridades mexicanas agirão.
"Não negamos nem aceitamos, se houver provas (...) agiremos administrativamente e até criminalmente. É preciso provar que houve lavagem de dinheiro, não com palavras, mas com provas concretas", reafirmou.
Assim como o Ministério da Fazenda fez no dia anterior, Sheinbaum lembrou que as autoridades financeiras mexicanas já haviam investigado as instituições financeiras apontadas pelos Estados Unidos, mas só encontraram "falhas administrativas, que não são prova de lavagem de dinheiro".
Sheinbaum aproveitou a oportunidade para enfatizar que a relação com os Estados Unidos deve ser de colaboração, não de submissão. "O México é um grande país (...) não somos a piñata de ninguém, o México é respeitado", advertiu.
Nesta quarta-feira, o Tesouro dos EUA indicou o -CIBanco, Intercam, Vector--, com os quais proibiu certas transações financeiras por sua relação com a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de fentanil por meio de empresas chinesas.
De acordo com essas alegações, essas três entidades operavam para organizações criminosas como o Cartel Beltran Leyva, o Cartel Jalisco - Nova Geração ou o Cartel do Golfo.
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