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MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, descartou que os Estados Unidos tenham qualquer intenção de perpetrar uma "invasão" no vizinho do sul, apesar da ordem executiva que o inquilino da Casa Branca, Donald Trump, supostamente assinou e que autoriza o uso da força militar contra os cartéis de drogas.
A ordem, relatada pelo The New York Times, foi assinada em segredo e permitiria que o Departamento de Defesa aumentasse a pressão sobre os cartéis que operam principalmente no exterior e que, para o governo Trump, são equivalentes a uma organização terrorista.
Sheinbaum explicou em uma coletiva de imprensa na sexta-feira que Washington havia informado as autoridades mexicanas com antecedência e colocado limites no raio de ação dos militares dos EUA. "Cooperamos, colaboramos, mas não haverá uma invasão", disse ela, descartando "absolutamente descartada" a possibilidade de entrada de tropas no país.
Nesse sentido, ela destacou durante uma aparição perante a mídia que a ordem de Trump "tem a ver com seu país" e que, portanto, tudo será feito "dentro dos Estados Unidos".
Desde o retorno de Trump à Casa Branca, em janeiro, o governo dos EUA endureceu suas medidas contra os cartéis, com sanções diretas e ameaças contra países como o México, que acusou de não fazer o suficiente para conter o tráfico de migrantes e substâncias ilegais como o fentanil.
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