Publicado 05/01/2026 11:40

Sheinbaum defende a escolha de um modelo político e social "sem pressão" após o ataque dos EUA à Venezuela

A presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo, fala durante uma coletiva de imprensa sobre o atendimento integral às vítimas e aos feridos no descarrilamento do Trem Interoceânico no estado de Oaxaca, no Palácio Nacional, em 30 de dezembro de 2025, na C
Europa Press/Contacto/Luis Barron

MADRID 5 jan. (EUROPA PRESS) -

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, defendeu nesta segunda-feira o direito das nações de escolher seu próprio modelo político, econômico e social, "sem pressão externa", depois de reiterar sua rejeição à intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro.

"Rejeitamos categoricamente a intervenção de outros governos nos países (...) a soberania e os princípios do povo não são negociáveis", enfatizou em sua aparição diária perante a imprensa, na qual acrescentou que cada país "tem o direito inalienável de decidir seu modelo político, econômico e social" sem receber "pressões externas".

Após a intervenção militar ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na Venezuela, o líder mexicano insistiu na soberania nacional, enfatizando que "no México o povo governa".

Sobre a situação da segurança no México, ligada precisamente ao tráfico de drogas para os Estados Unidos, Sheinbaum defendeu a abordagem das causas da crise para "erradicar esse mal social e impedir que as drogas cheguem aos Estados Unidos, ao México ou a qualquer outro país".

O presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, chegaram a um tribunal de Nova York na segunda-feira para comparecer nas próximas horas sob acusações relacionadas ao tráfico de drogas, depois de serem capturados no sábado durante uma operação militar dos EUA contra o país sul-americano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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