Publicado 05/05/2026 15:03

Sheinbaum afirma que aqueles que defendem a conquista e Hernán Cortés estão "destinados à derrota"

21 de abril de 2026, México, Cidade do México: A presidente mexicana Claudia Sheinbaum Pardo fala durante uma coletiva de imprensa no Palácio Nacional, após o tiroteio no sítio arqueológico de Teotihuacan, que deixou um turista morto e vários outros ferid
Luis Barron/eyepix via ZUMA Pres / DPA

MADRID 5 maio (EUROPA PRESS) -

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou nesta terça-feira perante o Exército que os conservadores que defendem a conquista e Hernán Cortés “estão fadados à derrota”, palavras que coincidem com a visita oficial ao país latino-americano da presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso.

“Àqueles que buscam a intervenção estrangeira no México; àqueles que hoje se vangloriam e defendem a ingerência; àqueles que aplaudem as emissoras de televisão estrangeiras quando falam mal do México; a eles dizemos, com verdade e justiça, que aqueles que buscam apoio externo por não terem apoio popular em nosso país estão fadados à derrota", destacou no âmbito de um discurso pelo 164º aniversário da Batalha de Puebla.

Nesse sentido, ela reiterou que “aqueles que revivem a conquista como salvação” perderão. “Aqueles que acreditam que o povo é tolo estão fadados à derrota; aqueles que buscam reivindicar Hernán Cortés e suas atrocidades estão fadados à derrota”, disse ela.

A mandatária mexicana precisou, assim, que o povo mexicano “ama sua liberdade, sua independência, sua soberania”. “Não esqueçamos nunca que o caminho está sempre marcado pela honestidade, pelo amor ao povo e pelo amor à pátria, à independência, à liberdade e à soberania”, argumentou.

Suas palavras foram proferidas depois que a presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, defendeu nesta mesma terça-feira os “cinco séculos de mestiçagem” entre a Espanha e o México, caracterizados pela “esperança, a alegria e as alianças” diante dos “discursos de ódio que dividem”, e pediu que “a liberdade nunca tenha que pedir perdão por ser liberdade”.

A líder madrilenha relembrou, durante o encontro “Celebração pela Evangelização e o Mestiçagem no México: Malinche e Cortés”, realizado na Cidade do México, a figura de Isabel, a Católica, uma mulher “livre e coerente que, a partir de sua fé e profundo amor pela Espanha e pela hispanidade, mudou a história do Ocidente”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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