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MADRID 6 set. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, confirmou que mais de 300 das 457 pessoas detidas pelas autoridades de imigração dos EUA em uma fábrica da Hyundai Motor na Geórgia são cidadãos sul-coreanos e se ofereceu para viajar aos EUA para discutir a questão com a administração de Donald Trump.
"Estamos muito preocupados e sentimos um grande senso de responsabilidade pela prisão de nossos compatriotas", disse Cho, que convocou uma reunião de emergência para discutir a operação realizada pelo Departamento de Imigração e Alfândega dos EUA.
De acordo com o ministro, o presidente Lee Jae Myung ordenou a mobilização de esforços para defender os interesses das empresas e dos cidadãos sul-coreanos. Seul já está considerando enviar uma missão oficial ao local e, "se necessário", Cho se ofereceu para liderar "pessoalmente" essa delegação, informa a agência de notícias Yonhap.
A empresa automobilística confirmou a operação policial em suas instalações, mas negou que haja detidos que trabalhem "diretamente" para a Hyundai, ao mesmo tempo em que defendeu seu compromisso com o cumprimento de "todas as leis e regulamentos em todos os mercados em que operamos".
"Esperamos o mesmo compromisso de todos os nossos parceiros, fornecedores, contratados e subcontratados", disse a empresa em um comunicado.
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