Jane Barlow/Pa Wire/Dpa - Arquivo
MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal britânico indiciou nesta sexta-feira, por cometer “danos com conotação terrorista”, sete pessoas supostamente responsáveis por atos de vandalismo no campo de golfe de Turnberry, de propriedade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e localizado na Escócia.
O clube do hotel e resort cinco estrelas Trump Turnberry, na costa oeste da Escócia, foi alvo, em março de 2025, de uma série de pichações e grafites com a frase “Gaza não está à venda”, além de várias escavações, segundo informações do jornal “The Guardian”.
Os acusados foram identificados como Kieran Robson, de 35 anos; Uzma Bashir, de 56; Ricky Southall, de 34; Autumn Taylor Ward, de 22; Rebecca Sian Davies, de 29; John Moxley, de 58; e Dylan Chiaramello, de 24. Todos eles deverão agora comparecer perante a Justiça no próximo dia 31 de agosto.
Assim, foram acusados de cometer crimes agravados relacionados a atos “de caráter terrorista” em um caso que levou as autoridades escocesas a pedir desculpas pelo ocorrido no campo de golfe e a condenar os danos causados à propriedade.
Conforme consta nos documentos judiciais, a acusação alega que “eles danificaram intencionalmente a propriedade, escavaram o gramado, pulverizaram glifosato ou uma substância semelhante e pintaram slogans políticos e ofensivos em paredes e pilares”. Eles também teriam danificado o sistema de irrigação, causando inundações.
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