Publicado 27/08/2025 10:15

Sete pessoas são presas por invadir a sede da Microsoft para protestar contra seus laços com Israel

Archivo - Arquivo - Imagem de estoque do logotipo da Microsoft.
Peter Kneffel/dpa - Arquivo

MADRID 27 ago. (EUROPA PRESS) -

A polícia dos Estados Unidos prendeu sete pessoas por invadirem o escritório do CEO da Microsoft, Brad Smith, para protestar contra os laços da empresa com as forças israelenses, que continuam sua ofensiva na Faixa de Gaza, onde quase 62.900 pessoas foram mortas em menos de dois anos.

Entre os presos estavam funcionários da Microsoft, mas também ex-funcionários, de acordo com relatos da estação de rádio pública NPR, que disse que uma multidão havia se reunido do lado de fora do prédio.

O próprio Smith confirmou que pelo menos duas das pessoas presas eram funcionários da Microsoft, uma empresa que já havia sofrido atos desse tipo na semana passada, quando outros 18 trabalhadores foram presos em sua sede em Redmond, no estado de Washington.

A controvérsia veio à tona depois que uma investigação revelou que o exército israelense empreendeu um projeto para armazenar milhões de chamadas telefônicas interceptadas para palestinos nos servidores da empresa na Europa.

Por trás dessas mobilizações está o coletivo No Azure for Apartheid, que representa os trabalhadores da Microsoft que exigem que a empresa rescinda "todos os contratos" de seu programa Azure com o exército e as autoridades israelenses. Eles também estão pedindo indenização para os palestinos afetados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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