Publicado 26/06/2025 10:54

A Sérvia rejeita as acusações russas de envio irregular de armas para Kiev e promete não fornecer suprimentos

Archivo - Arquivo - O primeiro-ministro da Sérvia, Djuro Macut.
Europa Press/Contacto/Predrag Milosavljevic

MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro da Sérvia, Djuro Macut, rejeitou as acusações da Rússia sobre um suposto envio irregular de armas do país para a Ucrânia e prometeu que, enquanto ele "for membro do Conselho de Segurança Nacional da Sérvia", "não haverá fornecimento de armas de Belgrado" para Kiev.

"O próprio presidente (Alexsandar) Vucic indicou que a exportação de armas e equipamentos militares produzidos em fábricas sérvias está sujeita à aprovação dos ministérios responsáveis, bem como à aprovação do Conselho de Segurança Nacional", disse ele.

Nesse sentido, ele enfatizou que "enquanto eu permanecer nesse conselho, não haverá venda de armas", ressaltou, lembrando que a Sérvia e a Rússia são "dois países unidos por uma amizade e uma parceria estratégica que já dura anos". "Sérvios e russos são povos fraternos que não podem ser separados", acrescentou.

Isso foi em resposta às informações do Serviço de Inteligência Estrangeira da Rússia, que indicou que a Sérvia está exportando esses produtos de forma irregular. De acordo com esses documentos, houve um aumento nas exportações de equipamentos militares para a Ucrânia graças a um "esquema de fornecimento indireto" por meio de países da OTAN - especialmente a Bulgária e a República Tcheca - cujas fábricas são responsáveis pela montagem e instalação das peças enviadas.

Isso "permite que a Ucrânia receba equipamentos militares sérvios de forma não oficial". O presidente sérvio, no entanto, qualificou essa informação como imprecisa e pediu que as partes aguardassem as conclusões do grupo de trabalho formado por especialistas de ambos os países.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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