SANTANDER 13 ago. (EUROPA PRESS) -
O Serviço de Proteção da Natureza (SEPRONA) da Guarda Civil na Cantábria investiga as causas do incêndio registrado ontem, quarta-feira, nos pinheiros de Liencres, em Piélagos, que começou pouco depois das duas e meia da tarde e foi extinto por volta das nove e meia da noite.
No Governo regional, suspeita-se que a origem do incêndio “não tenha nada a ver com a natureza”, conforme declarou a secretária de Presidência e Segurança, Isabel Urrutia, nesta quinta-feira, em resposta a perguntas dos jornalistas na coletiva de imprensa convocada para fazer um balanço e uma avaliação do dispositivo de segurança e mobilidade mobilizado por ocasião do eclipse solar total.
Segundo ela, não foram registrados incidentes dignos de nota, exceto o incêndio, próximo a um dos cinco pontos de observação preferenciais determinados pelo Executivo, o que “nos deixou nervosos”, por estar próximo a um local de concentração de pessoas para observar o fenômeno astronômico.
Em sua opinião, o incêndio não teve “nenhuma relação com fenômenos naturais”, e ele destacou que o incidente foi resolvido “bem”, com operações de combate ao incêndio nas quais, entre outros meios, participou o helicóptero do Governo, que realizou 22 descargas com 33.000 litros de água, em uma intervenção “rápida e eficaz” que permitiu controlar as chamas no meio da tarde.
Também se juntaram às tarefas equipes da Direção Geral de Florestas e Biodiversidade, órgão que enviou um diretor de combate a incêndios e quatro equipes de bombeiros florestais. Por volta das 18h, duas equipes continuavam resfriando a área afetada.
Também participaram das operações guardas civis do dispositivo para o eclipse solar, que prestavam serviço nos pontos de observação de Piélagos.
Também se deslocaram ao local membros do SEPRONA, que investigam as causas do incêndio, que atingiu quase um hectare de matagal.
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