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MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -
A morte do senador republicano norte-americano Lindsey Graham teria sido causada por um problema coronariano, mais especificamente uma “dissecção aórtica causada por aterosclerose”, de acordo com um exame preliminar realizado pelo gabinete do médico legista-chefe do Distrito de Columbia, Francisco Diaz.
“Os resultados da análise preliminar foram: dissecção aórtica devido a uma doença cardiovascular arteriosclerótica”, afirma o documento, que indica que ainda devem ser concluídos “todos os exames toxicológicos e microscópicos”, após o que será emitido um atestado de óbito, de acordo com o texto citado, publicado pela porta-voz de Graham, Taylor Reidy, nas redes sociais.
O chefe do Departamento de Polícia Metropolitana de Washington, Jeffrery Carrol, e Diaz indicaram em um comunicado conjunto que “sempre que é realizada uma autópsia no Distrito de Columbia, o patologista também solicita exames toxicológicos exaustivos e uma análise microscópica”. “Ambos os processos levam tempo”, explicaram, conforme relatado pelo jornal ‘Politico’.
Graham, senador pela Carolina do Sul e um dos aliados mais ferrenhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, faleceu no sábado aos 71 anos, conforme confirmado por seu gabinete, que atribuiu o falecimento a uma “doença breve e repentina”.
A morte de Graham, que ocupava o cargo de presidente da Comissão de Orçamento do Senado, representa um choque para a ala neoconservadora do Partido Republicano — o senador havia aparecido em público na sexta-feira durante uma visita à Ucrânia — e resta saber qual será seu impacto na composição da Câmara Alta, onde os republicanos têm uma maioria muito apertada.
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