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MADRID 16 jun. (EUROPA PRESS) -
O Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta terça-feira uma resolução sobre os poderes de guerra do presidente Donald Trump, que ordenava a retirada das forças americanas das hostilidades contra o Irã, poucos dias antes de Teerã e Washington assinarem, em Genebra, na Suíça, o memorando de entendimento para pôr fim ao conflito.
A Câmara Alta rejeitou a moção por uma margem estreita, com 47 votos contra 48, em uma votação na qual quatro senadores republicanos se uniram à minoria democrata.
Trata-se de Susan Collins (Maine), Bill Cassidy (Louisiana), Lisa Murkowski (Alasca) e Rand Paul (Kentucky), enquanto o senador democrata John Fetterman (Pensilvânia) foi o único de sua bancada a votar contra a resolução.
Além disso, cinco senadores se ausentaram da votação: os democratas Michael Bennet (Colorado), Cory Booker (Nova Jersey) e Bernie Sanders (independente por Vermont), além dos republicanos Josh Hawley (Missouri) e Mitch McConnell (Kentucky), conforme informa o ‘The Hill’.
A resolução, proposta pelo senador democrata Raphael Warnock (Geórgia), determinaria que o ocupante da Casa Branca “retirasse as Forças Armadas dos Estados Unidos das hostilidades dentro ou contra o Irã, a menos que estivessem explicitamente autorizadas por uma declaração de guerra ou uma autorização específica para o uso da força militar”.
O apoio dos republicanos à guerra no Irã começou a vacilar nas últimas semanas e, de fato, no início de junho, a Câmara dos Deputados aprovou pela primeira vez uma resolução para limitar os poderes de guerra no Irã, após sete tentativas frustradas, embora ela exigisse a aprovação de ambas as casas.
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