Europa Press/Contacto/Ron Adar
MADRID, 7 ago. (EUROPA PRESS) -
O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira um projeto de lei de sanções contra a Rússia que autoriza a imposição de tarifas à China, à Índia e a outros países que importam petróleo e gás de Moscou, além de ampliar as sanções contra o Irã.
A iniciativa, impulsionada pelo falecido senador Lindsey Graham, foi aprovada com 86 votos a favor e 11 contra, embora agora ainda precise da aprovação da Câmara dos Deputados.
De acordo com o projeto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estaria autorizado a impor tarifas de 100% aos cinco principais compradores de petróleo e gás natural russos, bem como aos cinco países que mais ajudam a Rússia a contornar as sanções energéticas.
A medida também permite que o presidente dos Estados Unidos aplique uma tarifa geral de 500% às exportações de produtos russos, uma competência que Trump teria por até cinco anos, segundo a agência de notícias Bloomberg.
O projeto de lei também prorrogaria até 2031 a Lei de Sanções ao Irã, que impõe sanções econômicas a empresas não americanas que mantenham relações comerciais com Teerã e que expiraria este ano.
Os Estados Unidos impuseram inúmeras sanções à Rússia desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia, em fevereiro de 2022.
O prefeito da capital ucraniana, Kiev, Vitali Klitschko, comemorou o resultado da votação no Senado como “um passo importante para apoiar a Ucrânia em sua luta contra a agressão russa”.
Em uma mensagem divulgada nas redes sociais, ele manifestou seu desejo de que a Câmara dos Deputados faça o mesmo “em breve” e que o presidente Trump “promulgue a lei”, ao mesmo tempo em que atribuiu o “mérito” do projeto de lei ao senador Graham, a quem descreveu como “um verdadeiro amigo da Ucrânia”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático