Publicado 12/02/2026 03:59

O Senado do México aprova a jornada de trabalho de 40 horas

Archivo - Arquivo - A presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo, durante a cerimônia de hasteamento da bandeira mexicana para o desfile cívico-militar que marca o 115º aniversário da Revolução Mexicana, na praça principal Zócalo, em 20 de novembro de
Europa Press/Contacto/Carlos Santiago - Arquivo

MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -

O Senado do México aprovou nesta quarta-feira a reforma que reduz a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais, uma medida que beneficiará cerca de 65% da população e cuja entrada em vigor está prevista de forma gradual até a consecução da meta em 2030, embora ainda tenha que passar pela Câmara dos Deputados.

A Câmara Alta deu luz verde, com 103 votos a favor e 15 contra, a uma norma que será implementada de forma gradual, de modo que em 2026 será mantida a jornada atual de 48 horas, e será reduzida em duas horas a cada ano até 2030, segundo o portal de notícias mexicano Milenio.

O texto mantém, no entanto, o direito a um dia de descanso a cada seis dias de trabalho, com salário integral, de modo que a redução da jornada não alterará essa prestação. O plenário não aprovou a proposta dos senadores do Partido Revolucionário Institucional (PRI), do Partido Ação Nacional (PAN), do Movimento Cidadão e do Partido Verde de aumentar para dois os dias de descanso obrigatórios, que contou com a recusa dos representantes do Morena.

Durante o debate parlamentar, o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais do Senado, Óscar Cantón, garantiu que a reforma aprovada “protegerá a renda, em nenhum momento a redução implicará redução de salário, remuneração ou benefícios”.

“Queremos que seja um direito garantido na Constituição que não dependa da vontade de ninguém, a jornada de 40 horas deve ficar na letra constitucional, é uma antiga reivindicação dos trabalhadores da classe trabalhadora como um todo”, enfatizou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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