MADRID 13 nov. (EUROPA PRESS) -
As forças de segurança alemãs prenderam nesta quinta-feira seis pessoas que colocaram uma faixa no Portão de Brandemburgo, na capital Berlim, para denunciar o "genocídio" de Israel na Faixa de Gaza, após a morte de mais de 69.100 palestinos na ofensiva israelense, segundo as autoridades de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
A polícia de Berlim indicou em sua conta na rede social X que três pessoas escalaram o monumento para colocar a faixa com a ajuda de uma empilhadeira. Ela disse que essas três pessoas foram presas depois de serem retiradas do local por agentes da equipe de resgate, enquanto outras três pessoas foram presas por operar a empilhadeira.
Por sua vez, o grupo de ativistas Peacefully Against Genocide (pacificamente contra o genocídio) disse em sua conta no Instagram que a ação fazia parte de seu "protesto contra a cumplicidade do governo alemão no genocídio na Palestina", antes de enfatizar que se tratava de um protesto "não violento".
A ofensiva israelense, que causou uma devastação maciça na Faixa de Gaza, foi lançada contra o enclave após ataques em 7 de outubro de 2023 pelo Hamas e outras facções armadas palestinas que deixaram quase 1.200 pessoas mortas e cerca de 250 sequestradas, de acordo com as autoridades israelenses.
Um cessar-fogo está em vigor desde 10 de outubro, em linha com o acordo para implementar a primeira fase da proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, para o futuro do enclave, embora Israel tenha continuado a realizar ataques contra o que descreve como "terroristas" que cruzam a "linha amarela", para onde suas tropas se retiraram.
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