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MADRID 15 maio (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde libanês denunciou que seis pessoas morreram, metade delas profissionais de saúde, e outras 22 ficaram feridas em um ataque do Exército de Israel contra a localidade de Haruf, no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo alcançado em meados de abril e prorrogado nesta mesma sexta-feira.
O ministério indicou em um breve comunicado divulgado pela agência de notícias estatal NNA que o bombardeio, dirigido contra o centro da Autoridade Islâmica de Saúde desse município do distrito de Nabatiyé, deixou “seis mortos, entre eles três paramédicos, e 22 feridos”.
O Exército de Israel, que não se pronunciou sobre esses ataques, declarou ainda “zona militar” a área costeira de Rosh Hanikra e Akhziv, perto da fronteira com o Líbano.
“O acesso a esta zona é estritamente proibido”, informou em suas redes sociais.
Delegações dos dois países concordaram nesta sexta-feira em prorrogar o cessar-fogo por 45 dias, na terceira rodada de negociações promovida pelo governo de Donald Trump desde o último dia 2 de março, quando foram reativados os confrontos entre as forças israelenses e o partido-milícia Hezbollah.
Apesar da trégua, o número de vítimas dos bombardeios de Israel no Líbano não parou de aumentar, ultrapassando já 2.800 mortos e 8.900 feridos.
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