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MADRID 24 mar. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos seis membros das forças de segurança da região semiautônoma do Curdistão iraquiano morreram em um ataque atribuído a Teerã contra duas bases na região, segundo denúncias das autoridades curdas, em meio ao conflito desencadeado no Oriente Médio pela ofensiva lançada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã.
O Ministério do Peshmerga das autoridades curdas denunciou em um comunicado dois ataques “covardes” e “traidores” com “seis mísseis balísticos iranianos” contra as sedes da 7ª Divisão de Infantaria e da 5ª Divisão de Infantaria, localizadas na área de Soran, perto da fronteira com o Irã.
Assim, destacou que “esse ato de agressão, desprovido de todos os valores humanos mais básicos e dos princípios de boa vizinhança, causou o martírio de seis heróis dos peshmerga e feriu outros 30”, sem que o Exército do Irã tenha se pronunciado até o momento sobre essas acusações.
O ministério expressou, por isso, sua “firme condenação” a este ataque e a “todos os ataques terroristas perpetrados contra a região do Curdistão”, ao mesmo tempo em que sublinhou que “tem o direito soberano e legítimo de responder de forma decisiva a qualquer transgressão ou agressão contra a população e o território”.
“A postura pacífica da região do Curdistão não deve, sob nenhuma circunstância, ser confundida com uma postura de covardia. Estamos cientes de que a injustiça e a tirania têm vida curta e que a vontade de paz acabará por prevalecer”, afirmou.
Nesse sentido, ele exortou “todas as partes” em conflito a “deixarem a região do Curdistão à margem da guerra e do caos”, ao mesmo tempo em que pediu ao Governo do Iraque e à comunidade internacional que “não permaneçam em silêncio diante dessas graves violações e que adotem medidas decisivas para pôr fim a essas transgressões imprudentes”.
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