Ilia Yefimovich/dpa - Arquivo
MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
O Ministério Público de Israel indiciou nesta sexta-feira seis jovens, cinco deles menores de idade, por atearem fogo durante um ataque perpetrado por colonos israelenses a uma mesquita na localidade de Deir Dibuán, situada a leste de Ramala, quando havia pessoas no interior do local.
Os promotores indicaram que cinco deles são adolescentes, enquanto um tem 18 anos. Todos teriam se juntado a um grupo de extremistas que cometeram “atos violentos e ataques incendiários com a intenção de causar danos à propriedade privada e à vida humana por motivos nacionalistas” no dia 14 de junho.
Assim, foram acusados de provocar um incêndio “no contexto de um atentado terrorista, causar danos à propriedade privada por motivos raciais e agredir terceiros por motivos raciais”.
Os agressores se deslocaram até a cidade com os rostos cobertos e armados com facas, gás lacrimogêneo e material altamente inflamável, segundo informações do jornal “The Times of Israel”.
Lá, supostamente, atearam fogo à mesquita, localizada na entrada da cidade, durante as orações. Para isso, utilizaram uma substância inflamável que acabou causando feridos entre os presentes.
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