Publicado 13/02/2025 16:57

Scholz pede a Trump e Putin que não dispensem a Ucrânia ou a Europa como parceiros nas negociações de paz

13 de fevereiro de 2025, Berlim: O chanceler alemão Olaf Scholz faz uma declaração à imprensa na Chancelaria. Scholz fala após as ligações telefônicas do presidente dos EUA, Donald Trump, com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky sobre a situação na Ucrânia
Michael Kappeler/dpa

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -

O chanceler alemão Olaf Scholz pediu nesta quinta-feira ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao presidente russo, Vladimir Putin, que não dispensem a Ucrânia ou a Europa como parceiros nas negociações para acabar com a guerra.

"Não há Ucrânia sem os ucranianos e não há Europa sem os europeus", enfatizou o chanceler alemão em uma coletiva de imprensa, acrescentando que os últimos acontecimentos na Ucrânia exigem uma "postura clara, rápida e decisiva" do continente.

Embora concorde com Trump que a guerra "deve terminar o mais rápido possível", a chanceler alemã enfatizou que isso não implica que deva ser aceito, sob essa premissa, que as fronteiras da Ucrânia "devam ser movidas pela força".

"A paz deve durar a longo prazo. Ela deve garantir a soberania da Ucrânia. É por isso que uma paz imposta nunca terá nosso apoio, nem aceitaremos qualquer solução que leve a uma dissociação da segurança europeia e americana", disse ele.

Ele enfatizou que "qualquer solução negociada" teria que fornecer à Ucrânia "forças armadas capazes de repelir outro ataque russo". "Isso representa um desafio considerável do ponto de vista financeiro, material e logístico", acrescentou.

As autoridades russas disseram na quinta-feira que, após a recente conversa entre Putin e Trump, o governo dos EUA é seu principal parceiro de negociação nas negociações para chegar a uma solução para a guerra na Ucrânia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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