MADRID 3 fev. (EUROPA PRESS) -
Sarah Ferguson, ex-duquesa de York e esposa de Andrés Mountbatten-Windsor, recentemente destituído do título de príncipe da Inglaterra, anunciou nesta terça-feira o encerramento de sua instituição de caridade, Sarah's Trust, após a divulgação de novos e-mails que mostram que ela mantinha laços com o criminoso sexual, agora falecido, Jeffrey Epstein.
Um porta-voz da fundação — criada em 2020 pela própria Ferguson e com sede no Reino Unido — indicou que, após “meses de conversas exaustivas”, chegou-se à conclusão de que o melhor é encerrar, de acordo com informações recolhidas pela rede de televisão britânica BBC.
A medida foi anunciada depois que correspondência com Epstein foi encontrada entre os três milhões de documentos sobre o caso publicados recentemente pelo Departamento de Justiça. Nesse sentido, a entidade esclareceu que abordará sua possível reabertura no futuro, poucos dias depois da publicação desses novos detalhes que apontam para uma amizade com Epstein, mesmo depois que ele foi condenado por liderar uma rede de pedofilia.
De acordo com o próprio site da entidade, a fundação se dedica a “apoiar movimentos que lutam contra a crise ambiental” para “acabar com os ciclos que perpetuam a pobreza extrema” e a crise alimentar. Epstein foi preso em julho de 2019 por acusações de abuso sexual e tráfico de dezenas de crianças no início dos anos 2000. O magnata, que chegou a conviver com personalidades como o príncipe Andrés da Inglaterra — irmão de Carlos III —, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ou o ex-presidente Bill Clinton, foi encontrado enforcado em sua cela apenas um mês após sua prisão.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático