JESUS HELLIN - EUROPA PRESS - Arquivo
BARCELONA 5 ago. (EUROPA PRESS) -
O ex-secretário de Organização do PSOE, Santos Cerdán, em prisão provisória por seu suposto envolvimento na trama de corrupção do caso Koldo, defendeu sua inocência, disse que não se reconhece nos áudios das conversas que supostamente manteve com Koldo ou com o ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos e critica o relatório da Unidade Operacional Central (UCO) da Guardia Civil que o incrimina: "Não fiz nada do que a UCO diz".
"Eles fizeram um atestado em que forçam as coisas para chegar a certas conclusões que não condizem em nada com a realidade", disse ele na terça-feira em uma entrevista ao 'La Vanguardia' - por meio de um questionário escrito enviado a seus advogados - coletado pela Europa Press.
Ele disse que lamenta o dano causado ao PSOE, mas lamenta ainda mais o dano causado e que está sendo causado a ele: "Se eu não tivesse sido secretário de organização, não teria me visto nessa situação".
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