Fernando Sánchez - Europa Press
MADRID 1 out. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz parlamentar da IU e membro do grupo Sumar no Congresso, Enrique Santiago, respondeu ao governo que o navio de resgate espanhol 'Furor' deveria proteger a flotilha de ativistas que se dirige a Gaza para entregar ajuda humanitária, já que a "chamada zona de exclusão não é soberania israelense, mas palestina".
A afirmação foi feita em uma mensagem na rede social 'X', depois que o Executivo recomendou aos membros da flotilha que não entrassem na zona de exclusão estabelecida pelo exército israelense, já que o navio 'Furor' não pode entrar nela, pois colocaria em risco sua tripulação e os próprios membros da flotilha.
O NAVIO ATÉ AGORA "NÃO ACOMPANHOU NEM PROTEGEU" A FLOTILHA.
Santiago enfatizou que o navio deveria "acompanhar e proteger a flotilha" porque "foi para isso que ele foi enviado", embora tenha lamentado que, no momento, "ele não tenha acompanhado nem protegido a flotilha".
"A 'zona de exclusão aérea' não é a soberania israelense, mas a soberania palestina. Gaza precisa de ajuda humanitária, com urgência".
MAÍLLO DENUNCIA "ASSÉDIO" DE ISRAEL
Por sua vez, o coordenador federal da IU, Antonio Maíllo, também denunciou nas redes sociais que a flotilha sofreu esta noite "intimidação e assédio por parte do exército genocida" de Israel.
"Lembro-lhes mais uma vez: esta é uma iniciativa pacífica que visa apenas romper o infame bloqueio humanitário com o qual Israel mata Gaza de fome. Horas críticas", disse ele.
A ministra da Juventude e da Infância, Sira Rego, disse à RNE que estava preocupada com a situação da flotilha.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático